MIMOSO DO SUL
Situada no extremo Sul do ES, Mimoso do Sul recebeu muitos imigrantes italianos. Já recebeu as denominações de Ponte de Itabapoana, Monjardim e São Pedro entre outros, até o nome atual de MIMOSO DO SUL. Tem grande potencial de crescimento, privilegiada pela sua posição geográfica fica a 44 km de Cachoeiro de Itapemirim, 87 km de Campos dos Goytacazes - RJ e 173 km de Vitória, com grande facilidade de entrada e escoamento de produtos, é a principal produtora de café do Sul do Espírito Santo, sendo o café e a agropecuária de corte e leitera a principal fonte de renda da cidade desde o século XIX. As indústrias da cidade basem-se em beneficiamento de Mármore e Granito, a produção é voltada para o mercado externo. Nascida entre montanhas, de topografia acidentada, rica em minerais, pedras preciosas e água doce, de clima agradável e com vários pontos turísticos.
Distrito de São Pedro do Itabapoana
Distrito de São Pedro do Itabapoana – Em 1852, por iniciativa de Manoel Joaquim Pereira, surgiu a povoação de São Pedro. O distrito de São Pedro do Itabapoana deve sua criação ao Decreto Provincial nº4, de 26 de novembro de 1863. O município, com território desmembrado de Cachoeiro de Itapemirim, foi criado com a denominação de São Pedro do Itabapoana, pela Lei Provincial nº1, de 29 de julho de 1887. Era uma cidade ilustre, plantada numa colina perdida entre montanhas, com um casario colonial e possuía, já no início do século, alguns doutores e dirigentes movimentadas da vida política do Estado e do País. Após quarenta anos de sede municipal transferiram-na para a povoação de Mimoso. O Sítio Histórico de São Pedro do Itabapoana tem 41 imóveis residenciais, os prédios da cadeia, a igreja e o calçamento central em “pé-de-moleque” tombados pelo Conselho Estadual de Cultura (CEC).São ruas estreitas cobertas ainda de pedras, que obedecem servilmente a declividade do terreno. As calçadas também são irregulares e seu casario lembra o tempo do poder econômico do lugarejo que já que foi Município. Nas fachadas dos casarões, de plantas retangulares, as portas mantém a nobreza de suas ombreiras em madeira, algumas com soleira em pedra. Hoje, São Pedro do Itabapoana mais se parece com um vilarejo que parou no tempo. Pacata, seus moradores têm aspectos rude, de quDistrito de em trabalha no campo, com a pele ressecada pelo sol. Os homens guardam a característica de usar chapéus. A simplicidade e rusticidade do local atraem turistas, principalmente os que se interessam pelo rico patrimônio histórico que o lugarejo ostenta. Mas, a criança e o jovem são pedrense, com dignidade, buscam nos bancos escolares das escolas – de 1ª a 4ª séries “Antonia Mattos” – de 5ª a 8ª séries “Catharina Giovanini Faber”, o resgate cultural e intelectual da “gentil princesa” São Pedro de Alcântara do Itabapoana. A Zona Rural deste Distrito é rica e produtiva principalmente na pecuária e café. É composta das comunidades Pedra Riscada, Harmonia, Feliz Destino, Independência, União, Santa Helena e Santana. São Pedro guarda ainda a beleza e a tradição das cidades coloniais; fica a cerca de 25 Km da atual sede, em estrada de terra, e possui um rico casario, com soleiras de pedra e ombreiras em madeira de lei; o calçamento é do tipo pé de moleque, o que faz o Distrito parecer estacionado no tempo a espera de verdadeiros apreciadores da história e da tradição do país. A busca de compreensão deste processo nos faz mergulhar na história do ano de 1930, quando o então Município de São Pedro do Itabapoana “cai” para condição de Distrito do novo Município de João Pessoa, cuja sede ficou no ex-Distrito de Mimoso. Esta mudança teve os artefatos que justificaram o grande envolvimento emocional da população, a começar pelas características em que tais fatos se deram. Recordando, rapidamente, chega a São Pedro do Itabapoana procedentes de Mimoso, no dia 2 de Novembro de 1930 uma caravana de 13 caminhões, soldados, políticos e revolucionários, sob o impacto da surpresa. Isto ocorreu no dia de Finados, enquanto, segundo Grinaldon Medina em “Páginas de nossa Terra”, os homens de bem encontravam-se na Missa reverenciando seus mortos, não lhes havendo condições de nenhum tipo de defesa. Foi criado um clima de grande tensão, com todas as características de que a revolução havia chegado a São Pedro. Famílias corriam inteiras, mães escondiam seus filhos, e trancavam suas casas. A “Guerra Branca” foi brutal, sem sangue, porém irreversível e inegociável diante seu poder. Todos os documentos públicos foram retirados e as repartições oficiais foram transferidas para Mimoso do Sul. A peregrinação permanente de expressivos são- pedrenses junto ao interventor João Purano Bley, foram insuficientes para reverter a situação. No dia 26 de Novembro de 1930 sai à homologação que emancipa politicamente o novo Município de João Pessoa, ao qual se integra o Distrito de São Pedro do Itabapoana. Este é o marco temporal para o declínio do ex-município segundo a ótica dos são-pedrenses.Em Mimoso do Sul, na época chamada de João Pessoa, o clima era de grande euforia. A visita do Interventor Bley, o fantástico baile da emancipação, a compra do hotel Amorim para a sede da Prefeitura, o grande fluxo da Estação de Ferro da Leopoldina e os grandes negócios comerciais, traçavam o perfil que faziam a base do crédito da população num futuro próximo e promissor.Sem, nos estendermos, precisamos considerar que as mudanças se deram lentamente, não sendo um golpe o agente causal por si mesmo. A inauguração da Estrada de Ferro em Mimoso do Sul foi a causadora de toda mudança na região.O Distrito de Mimoso passou a ser o grande pólo econômico enquanto São Pedro se mantinha como pólo administrativo. Nosso trabalho nesta região é uma experiência em Arte-terapia Comunitária visto que ambas as comunidades estão com suas potencialidades pouco objetivadas.Enquanto São Pedro apresenta uma pobre projeção para o futuro, Mimoso do Sul,busca muito em seu passado.Este fato implica no processo de identidade histórico-cultural dessas duas populações, o que justifica a proposta acima.O cerne do nosso trabalho está numa nova consciência histórica que fortaleça a identidade cultural dando ao indivíduo – comunidade uma mais-valia por reorganização.Foi perdida a dimensão de que todo Mimosense é são-pedrense até 1930 e que este, é Mimosense a partir desta data. Mimosense a partir desta data. Mimoso do Sul ficou na posição de “inimigo” com o qual nos acostumávamos a conviver, mas que não internalizamos. São Pedro do Itabapoana figura como algo antigo, um Distrito sem a dimensão intensa que teve para o surgimento de Mimoso do Sul.
Distrito de São José das Torres
É o maior Distrito em extensão territorial. Acompanha de norte a sul ( das divisas de Atílio Vivácqua e Presidente Kennedy ao Rio Itabapoana – divisa ES/EJ) a BR 101 no seu traçado rodoviário. Suas terras tanto se prestam para as culturas do café e banana, na parte montanhosa, como do arroz nas planícies e para criação de gado em suas extensas baixadas, com o verde das paisagens naturais. A sede é uma pequenina povoação. Quem a escolheu, para dali surgir um aglomerado de pessoas, deve ter recebido bênçãos de Deus, pois existe ali um mistério... A vila fica no sopé das “torres” que são as montanhas: Estrela D’ Alva, Peito de Moça, Canduras e o Pico do Farol, cercado um lado dele. O Distrito de São José das Torres, criado em 15 de setembro de 1901 pela Câmara Municipal de São Pedro do Itabapoana, na época, teve como Juiz Distrital o Sr. Félix José da Silva e escrivão do registro civil o Sr. Eugênio Moreira Camargo. A capela São José foi inaugurada antes de 1900, sendo os seus principais fundadores os senhores Manoel Correa Camargo, Eugênio Camargo, Félix José da Silva, Domingos de Souza Barbosa, Antonio Rolim Nunes de Azevedo entre outros. Até que em 1937 o Bispo Diocesano nomeou um conselho da capela – seus conselheiros: Sr. Eduino Poubel, João Livramento, Odilon Nogueira de Faria, Verly de Mattos e irmão, para organizar e reconstruir a igreja, porque os pequenos reparos não resolveriam a situação em que esta se encontrava. Assim foi feita uma nova capela. O principal rio da região é o Rio Preto. Nasce na serra “das Torres”,e o conjunto de riachos que descem das matas proporcionam a sua formação, desembocando-se no Rio Itabapoana. São as nascentes, o curso de cada riacho, as corredeiras, os poços, as águas transparentes, os seixos com formas arredondadas e a vegetação margeando cada curva que desvendam o mistério da sede de São Jose das torres, pois acima dela se localiza o Santuário Secreto de Beleza Natural, com seu magnetismo que faz a gente retornar. É um RETORNO que atualmente tem sido direcionado por professores, alunos e funcionários da escola de 5ª a 8ª séries, “José Gonçalves Figueira”, os quais empenhados na preservação do meio ambiente vêm conscientizando a comunidade sobre a ecologia do lugar. São comunidades rurais: Flores, Alto da Serra, Santa Rosa, Marmorite, Cachoeira Alta, Santa Cruz, Rancho Alegre e parte do Rio Preto.
Distrito de Dona América
Sede distrital situada à margem da Estrada de Ferro Leopoldina. È zona de criação de gado e outras opções na agricultura. Sua área geográfica estende-se até as margens do Rio Itabapoana, onde está localizada a Cachoeira das garças (Ex- Cachoeira do inferno), nas corredeiras da Limeira. Observamos as linhas que perfazem os limites deste distrito, chega-se à conclusão que o 1º Núcleo Histórico do Município - A Freguesia da Limeira ou Limeira do Itabapoana - pertence a ele, porto da Limeira, que até a chegada da ferrovia recebia e exportava grandes cargas através da navegação a vapor. No período áureo da "Freguesia da Limeira do Itabapoana" Dona América era apenas parte do contexto como Fazenda São Domingos, que fazia das tropas de mulas o meio de transporte de carga até o Porto. Em 1º de abril de 1895, chega na Estação de Dona América a locomotiva da Cia.E.F. Leopoldina Railway prolongado mais um trecho ferroviário na região. A estação ficou localizada na Fazenda de São Domingos, de propriedade da Sra. Dona América Angélica de Azevedo Lima, que por sinal, recebeu seu nome, de início, em homenagem aos relevantes serviços prestados à Companhia (contam os antigos - A Senhora Dona América oferecia refeições gratuitas a oitenta ou mais empregados da Cia., diariamente, no período da construção da estrada de ferro). A capela São Domingos foi inaugurado no dia 4 de agosto de 1926 (dia do padroeiro). Muito se destacou por este ato de religiosidade o Cel. José Carlos Terra Lima, que além de doar o terreno, custeou todas as despesas da construção. A imagem do padroeiro foi doada pela senhora Amélia Barbosa Terra Lima. O Cel. José Carlos Terra Lima instalou na sede do distrito: telégrafo, correio, telefone, luz, água e escola. Com essas melhorias possibilitou no dia 9 de novembro de 1928 - Lei nº 1.676/28 - a criação do 2º distrito Judiciário de dona América, no Município de Itabapoana, comarca de São Pedro do Itabapoana. A sede do distrito sofreu muitas perdas no comércio como transferência do cartório, corte de telefone e correio. Muitas famílias se evadiram.A exemplo temos as ausências de Philomena Guarçoni Venturini, Renato e Edithi Terra Lima (estas duas senhoras mantiveram durante muito tempo, junto às comunidades social e religiosa local, resistência a tais fatos). Atualmente, Dona América tenta resgatar, através da Associação de Moradores, benefícios e atividades outrora existentes, uma vez que sua sede é rodeada de grandes fazendas com possibilidade de favorecê-lo na economia, trazendo de volta seus momentos memoráveis. As comunidades rurais deste distrito são: Pastinho, Vargem Alegre, Santa Terezinha, parte da Independência, Jacarandá e Gabiroba.
Distrito de Santo Antonio de Muqui
Outro Distrito da zona montanhosa. Produtor de café e destacando- se na agropecuária, sua sede é uma pequenina vila, com ótimo traçado urbano facilitado pela topografia plana. Com muitas casas construídas ou reformadas, recentemente, demonstra que seu povo é sentimental e preso às raízes históricas local. Retornando ao passado verificamos que o primeiro posseiro de nossa zona geográfica se estabeleceu na região em 1837, Sr. Francisco José Lopes da Rocha, com sua família posseou desde a Fazenda da Barra até Altos de São Bento - assentando sua residência no lugar denominado “Santa Cruz”, próximo ao ribeirão afluente do rio Muqui do Sul, desenvolvendo a sua atividade na lavoura, abrindo matas e edificando moradia - sabe-se que foi um dos primeiros posseiros a ter conflito com os índios, que se sentiram intimados pela presença de pessoas estranhas aos costumes locais. Nos anos subseqüentes a 1850 chegaram outras famílias para fortalecer essa oposição e se dedicar à agricultura. Em 27 de fevereiro de 1912, o Sr. Antonio Lopes da Rocha e a esposa, dona Mariana Antônio de Lacerda, fazem doação de um terreno para a formação da localidade do “Patrimônio de Santo Antônio do Muqui”. Conforme escritura – “... Achavam-se contratados a doar um alqueire de terras em capoeiras, encravada na Fazenda de Santa Cruz, ao Imaculado Santo Antônio, para o fim, de ser no mesmo terreno, edificada uma capela com a invocação de” Capela de Santo Antônio” e pertencendo, o dito terreno, ao patrimônio do referido Santo.” Estiveram presentes ao ato de doação, no cartório de Itabapoana: O casal doador, o Pe. Augusto Ferreira dos Santos, Vigário desta freguesia, algumas testemunhas e o tabelião José Xavier Leite. A capela de Santo Antônio do Muqui foi inaugurada entre 1914 e 1915. Através da Lei nº 1.741 de 11 de janeiro de 1930 fica criado o Distrito de Santo Antônio do Muqui, mantendo os limites da antiga fazenda Santa Cruz (do São Bento a Fazenda da Barra). Os Juízes distritais na época eram: Alexandrino Cacholi, Antônio Rodrigues Amado, João Lopes Teodoro e José Fernandes da Fonseca. Escrivão do Registro civil: Constâncio Vivas. “Atualmente, na sede do Distrito contamos com duas Escolas: 1ª a 4ª séries - Pluoridocente “Santo Antônio do Muqui” e 5ª a 8ª séries ”Constâncio Vivas”. Suas comunidades rurais são: Fazenda São Domingos, São José, Maravilha, Catuné, Pouso Alto, Santa Cruz e São Bento.
Distrito de Ponte Itabapoana
Localiza-se ao extremo Sul do Município, à margem do Rio Itabapoana. A Sede do Distrito é uma Vila com boas edificações que demonstram “o auge de um passado histórico”. Passado este que em 1º de agosto de 1896 – Decreto nº 64 – foi elevado à categoria de Município, uma vez que tinha renda, população e estrutura suficientes para se desmembrar de São Pedro do Itabapoana. Um dos fatores que favoreceu o desenvolvimento da região foi a inauguração da Estação de Itabapoana em 1º de fevereiro de 1894, quando chegou a locomotiva da Companhia Estrada de Ferro Leopoldina Railway, com a denominação de “Ramal de Santo Eduardo a Cachoeiro de Itapemirim”. No dia 1º de Agosto de 1899 foi erguida e provisionada a Capela São Sebastião na Sede Municipal. Em 1929, o Município de Ponte do Itabapoana é suprimido, voltando com a mesma denominação à condição de Distrito. Até a década de cinqüenta ”nossa vigilante” Ponte do Itabapoana”, ainda mantinha intensas atividades culturais como: Cinema, Clubes e Teatro vindo CIAS. de Campos e da Capital _ Rio de Janeiro. Após este período aconteceu a evasão de várias famílias em busca de situação financeira ou qualidade de vida melhor, isso provocou uma fase negativa no Distrito. Atualmente, verifica-se novas perspectivas na região, pois os Itabapoanenses estão lutando para resgatar suas perdas. “Auxiliando nessa luta há as escolas de 1ª a 4ª séries “Professor Carlos Mattos” e de 5ª a 8ª séries “ Rosalvo Barbosa Terra Lima”, cujo “Magistério” desempenha papel participativo nesse sentido. Suas comunidades rurais são: Cascata, Santa Paz, Sossego e partes do território do Pastinho e da União.
Distrito de Conceição do Muqui
Compreende a região mais alta do Município com o ponto culminante, o Pico dos Pontões (1938 m Altitude). É zona onde os cafeeiros se destacam como parte da beleza, entre montanhas, é suporte na economia municipal. Neste distrito nasce o Rio Muqui do Sul, Fazenda do Oriente – Córrego das Almas. Na antiga freguesia de Nossa Senhora da Conceição, uma das prósperas vilas existentes no tempo da criação do Município em 1890, os desbravadores se utilizavam do Ribeirão Barra-Alegre e do Rio Muqui do Sul para assentar residências na região montanhosa, de clima temperado e solo propício à agricultura. Sabe-se que a Igreja Nossa Senhora da Conceição do Muqui foi inaugurada antes de 1868. Prestaram inestimável colaboração os irmãos João, Sabino, Antônio e Manuel Gomes da Silveira, doando grande terreno para o patrimônio da igreja. Em torno do mesmo, firmou-se a vila, ainda no século passado. Destacaram-se outras famílias como os Almeidas, os Valins, os Batistas de Araújo e Cabral de Arruda. Na Divisa Adminstrativa de 1911, Conceição do Muqui, pertencente a São Pedro do Itabapoana, já constava como Distrito. Uma nova corrente migratória começa nos anos vinte, buscar nosso município. Sua maioria se identificou com a posição geográfica, o clima, e incentivados pela cultura do café chegaram à Conceição do Muqui os Italianos e seus filhos, que nas décadas de trinta e quarenta, com sorte, proporcionaram aos parentes, os quais estavam em outras regiões (do Espírito Santo: Nova Venécia e São Gabriel da Palha, e do Estado de Minas Gerais) o acolhimento, nas montanhas da “Terra-Fria”. Hoje, constatamos que comunidades inteiras deste “mágico distrito” são de descendência italiana que perderam muito dos caracteres das outras colônias do Espírito Santo. Isso porque estavam abertos à adaptação local, mas não perderam a fé e a religiosidade cristã, levando a oferecer à pequena Sede do Distrito, encostada em uma colina, a nova igreja que se destaca perante outras, tanto na arquitetura quanto na imponência refletindo essa gente determinada que sabe o que quer. Atualmente a descendência desses imigrantes continua presente em toda área desse Distrito: Radael/ Radaeli, Albiani, Massini, Landi, Simoni, Astolpho, Corrente, Carcabrini, Polincola, Polati, Peruzini, Mauri, Mateíni,Visula.Puppin, Bernades, Gualandi, Marques, Bertoque, Possi, Anequim, Montovani, Bine, Mazza, Vicentini, Buqueroni, Santolini, Delabeneta, Morceli, Malavoti, Fávaris, Prúcoli, Villa, Billo, Bigh, Demartini, Silvestre, Cacholi, Benevenutti, Ramalho, Girondi, Delacqua, Murini/Morini, Padela, Oggioni, Pícoli entre outros. Temos nos setor urbano de conceição do Muqui duas boas escolas: 1ª e 4ª séries “Anatólia Pires” e 5ª e 8ª séries” Antônia Junger Poubel da Silva”. Suas comunidades rurais são: Areia Branca, Reserva, Barro Branco, Santa Luzia, São Rafael, Bom Virá, Santana, Jacutinga, São Lourenço, Palmeirinha, Pontões, Alto Pontões, Alto Pontões, São Francisco, Muribeca, Oriente I e II, Estivado, Novo Brasil, Poço D’ Antas, Caracol.
Fonte:Trechos do livro Mimoso,Mimosa Mimoso - Autor:Dr Ederaldodo Carmo

